Quando está tudo nas mãos de nada; proporções de lepra e idiotice lambidas do calendário. Tanta incompetência premiada com cinismo, tanto fado malcheiroso, tanto canil desprezado.
No covil da incompetência sobra o balde cheio de maleitas burocráticas. Ninguém vê, está atrás da coluna rígida da forma de ser.
É insustentável tanto volume de sarna... e tenho tanta, tanta comichão...
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