terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Dilatação do bolor

3 ideias


"Os fortes aspiram a separar-se e os fracos a unir-se"
Nietzsche
A miséria humana cresce diariamente e assume proporções catastróficas. Seguidores, "lambe botas", acéfalos, somam-se ao mofo, tacanho, pequeno poder. Todos os dias o mesmo "não ser" ou "ser nada".
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Os medíocres: os que de nada vivem e para nada vão.
"Talvez haja neles como que um secreto impulso de egoísmo, que os leva a tiranizar a tal ponto os seus contemporâneos e a considerar que só eles podem determinar o que deve ou não ser criticado. É a sua quota-parte de mediocridade; esta fraqueza fá-los por vezes desempenhar um papel ridículo e indigno da consideração a que conquistaram direito."
Eugène Delacroix
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Quem manda manda mal. Nem manda no seu quintal.
Quem obedece é fraco. Não tem cor, nem luz... é opaco!
Unem-se em nebulosa de bolor, conspirando sobre o amor
De quem desobedece e cria rupturas.
Quem ama e pensa dá-se mal com o jeito bolorento de mandar das "leveduras".
Quem sente e ama
Estará condenado a esta trama?

O amor vencerá!

"Que sempre existam almas para as quais o amor seja também o contacto de duas poesias, a convergência de dois devaneios"
Gaston Bachelard 

2 comentários:

  1. "quem sente e ama" não pode, nunca, estar condenado às incoerências dos acéfalos e medíocres, porque pensa!

    Se pensa, não se deixa levar pelo rebanho;
    Se pensa, reconhece a mediocridade;
    Se pensa, vê ao longe as fissuras que se desenham na levedura dos fracos.

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