Há forças conspiradoras que esmagam, com igual grau de destruição, tanto o escaravelho como o elefante. O tempo e a energia que vem de dentro do tempo passado na parte de fora dos dias. A fricção.
O escaravelho pequeno que queria ter existido antes do tempo. O elefante que se vê à janela do próprio tempo. Há forças conspiradoras que esmagam a dita energia que vem, em proporção, da parte de trás dos anos que não se viveram. A restante fica sentada.
Velocidade que corta.
Tempo que mata. Tempo contra o qual não se pode lutar. Tempo de nada.
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