domingo, 27 de novembro de 2011

Dilatação Melancólica

Suor e uma força gigantesca que não se perde em subprodutos. Garganta e esófago fustigados pelo ardor da manhã. Sem paz, mas sereno. Suor em avalanche, numa maquinaria atroz. Aniversário sedimentado com cola dura dos dias. Feliz. Rei morre se o bispo avançar duas casas. Mas não pode e sua.
Lágrimas e uma flexão que se encontra circunscrita às multiplicações. Mãos e unhas turbulentas pelo gelo do encontro. Paciência arrastada no adiamento. Cola dura, que não flui, entre a garganta e o esófago. Bispo em câmara lenta, à espera de ânimo.

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