Porque fica por fazer o que ainda não foi feito?
... Redundâncias de sinais de fumo em horizontes longínquos e a paz que tarda em chegar. Ouvem-se à distância os tambores de guerra. Confusão entre ritmos de bombos e ritmos de passos.
Porque fica por fazer o que ainda não foi feito...? Porque sim; porque já se julga feito, porque envolve cinética e a dança das ondas transforma-se em massacre num ápice. Porque não? Porque do lado de lá do tabuleiro de xadrez vive um gigante devorador de vontades.
A vida escorre pelos beirais à mesma velocidade que os bombos tocam nos passos: Síncope... sístole... síncope... sístole...
Fortes ou fracos?
Fracos
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